domingo, 22 de novembro de 2009

Eu ainda não consigo entender o por que de você ir embora, essa historia toda de que você tem que me deixar. Quer dizer, por que você precisa deixar minha vida agora? Essa não era a hora de você desistir de mim. Por que assim? Por que tem de ser exatamente dessa forma desastrosa? Por que eu sinto que parte de mim vai embora com você? E assim, eu não gosto de me deixar em partes. Não gosto dessa sensação de não estar completa. Não gosto dessa sensação que fiz as coisas pela metade. Não consigo entender o que aconteceu com a força que você não tinha mais pra ficar longe de mim. Eu não quero entender.
Se um dia você precisar de um abraço pra se esconder do mundo, você sempre terá os meus. Não importa quando, onde eu por que. Você simplesmente sempre terá. Fácil assim. Porque pra você eu viro uma pessoa fácil de se entender e conquistar. Porque eu faria o mundo girar de uma forma mais bonita se isso fizesse você mais feliz.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

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Um pedaço da coisa toda que algum dia vou te dizer:
Eu ainda assim iria te amar, mas iria amar pelos cinquenta e quatro motivos pelos quais eu sou louca por você, não ia te amar até nos trinta e sete motivos que você me da pra eu te odiar. Eu ia te amar. Te odiar. Te querer. Te esquecer. Assim, entendeu? Bem rápido. Bem fácil. Ligeiro.

domingo, 15 de novembro de 2009

Sobre a noite passada

Talvez seja exatamente isso.
Talvez seja esse negócio de apenas-te-vejo-quando-te-quero. Esse vai-e-vem de sentimentos e amores. Essa coisa de trocar olhares apenas uma vez na semana. Talvez seja isso que faça um sentido mais provável. Talvez seja essa coisa de te-amo-mas-te-quero-longe. Esse negoócio todo de misturar sentimentos como se fossem qualquer outra coisa sem importância nenhuma. E vai-e-vem e muda-não-muda. E eu te odeio e te amo. Não. Eu só te amo. Só te odeio quando você fica longe por muito tempo, te odeio quando me faz sentir sua falta tão grande que chega a cortar tudo isso que eu tenho aqui dentro. Então isso de ficar longe é mais uma desculpa patética de ambas as partes para enganar a vontade enorme de ficar o tempo todo perto.
Quando você me abraça o mundo vira um jardim só. Minha auto-revolução se transforma na maior paz do mundo. Me sinto la no céu, olhando tudo de cima, olhando a beleza que existe no espaço entre eu e você. Não mais esse espaço vazio e escuro que sentia antes. Agora existe tanta coisa nesse meio. Existe tudo.
Te faço carinho até dormir, te olho dormir numa paz tremenda. E você tem mania de dizer que não dorme bem em outro lugar que não seja minha casa. Você criou a mania chata de dizer que não tem mais intimidade aqui, mas olha rapaz, você ainda pode bagunçar tudo o quanto quiser, tomar banho sem pedir, pegar meus perfumes sem eu ver e depois me abraçar pra dormir. Você ainda pode fazer as trinta e quatro coisas que você sempre fazia e ainda sim você teria intimidade, você pode ficar duzentos meses longe e ainda sim isso tudo teria sua parte. Você criou a mania de dizer que é visita, mas aqui dentro, cara, você é VIP com direito a tudo que quiser. Essa coisa louca de pegue-tudo-que-quiser. Afinal, intimidade é o que você mais tem aqui.
Te vejo se mexer de um lado pro outro, atordoado enquanto dorme. Basta eu te abraçar que você encontra sua paz, logo, minha paz também. Te olho assim por mais algum tempo até pegar no sono. Acordo assustada achando que tudo não passava de um sonho, mas não. Você de verdade estava ali, fazendo barulhos bonitos enquanto dorme. E eu apenas queria ficar ali, te olhando, queria poder fazer isso a madrugada toda, apenas passar algumas boas horas te olhando ser o menino mais bonito do universo.
Meu menino mais bonito do universo, (você é um idiota mas eu te amo)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O dia todo

Pensei em você o dia todo.
Quando acordei senti você indo pra longe, mas ao mesmo tempo estando perto. Peguei a mão do coração bobo e apertei forte, rolei um pouco na cama, tentei te odiar pra, pelo menos, acordar um pouco menos babaca. Inevitável. Que aperto. Olhei no espelho e senti o mundo caindo nas minhas costas. Que sensação esquisita. Dei pra falar comigo mesma, e pensei: porra, eu preciso te esquecer.
Andando pelas ruas de sempre, logo pela manhã, lembrei daquela esquina, em especial. Você costumava me dar um beijo bem ali e me desejar boa aula. Havia os dias que por nada no mundo você queria me deixar ir. Havia dias que queria sair correndo pra sua casa ficar abraçada em você te olhando dormir. Tinha também os dias em que você me roubava uma florzinha do canteiro e dizia pra minha manhã ser super gostosa. Porra, eu preciso te esquecer.
As pessoas ao meu redor me fazem te amar cada segundo mais. As pessoas jogando truco me fazem lembrar que você odiava jogar comigo porque eu era ruim demais. As pessoas rindo, conversando, respirando, vivendo. Porra, eu preciso te esquecer.
Chegar em casa e não te ligar é estranho. Nenhuma ligação, nada de mensagem. Nada de nada. Que estranho. Agarrei a mão do coração de novo, tentei arranjar forças em qualquer lugar. Até nas suas cartas, nas nossas dezenas de fotos, nos seus bilhetes que diziam "feliz 8 meses de namoro, não escrevo mais porque to com pressa, te amo demais", ou no meu preferido: "eu não tenho mais a força pra ficar longe de você". Porra, eu preciso mesmo te esquecer.
Assistir filme com coca-cola como melhor acompanhante também me lembra você. Você trazia um copo lotado de gelo com coca, me dava um beijo e dizia "vai amor, aperta o play". Que sensação esquisita lembrar de você bem no filme que menos te representa. Você é a coisa mais linda do universo. Porra, porque é que eu não te esqueço logo?
Aquele bar me lembra você. Pegamos nossos copos de tequila la. Você pegou a bolinha da piscina de bolinhas e colocou no bolso, saiu todo feliz achando que o segurança não havia visto - e de fato não viu. Você queria tacar essa bolinha nas pessoas da rua, você ficava me abraçando o tempo todo. Eu dizia que você era ridículo bêbado. Você dizia pra eu ficar quieta que não sabia de nada. Mas no fundo, até todo alegre dizendo coisas idiotas você é lindo. Você apenas chegou em casa e disse: "amor, eu não estou bêbado", e na boa? foda-se, te amo até bêbado. Porra, eu quero te esquecer.
Aquele elevador me lembra você. Era sempre tão educado, você vivia me perguntando porque nunca nos pegamos la, já que não havia cameras. E eu sempre te dava um tapa no braço e você achava aquilo lindo. E eu achava aquilo lindo. Você sempre abria a porta pra eu entrar antes, tão cavalheiro, tão lindo. Você tinha essa liberdade de carregar minha chave e entrar e deixar a porta aberta, abrir a geladeira e pegar água com muito gelo, deitar no sofá e pedir carinho. Você tinha intimidade na minha vida, você tinha a liberdade de ser meu, e eu, de ser sua. E de quem mais eu haveria de ser? Porra, porque você facilita e eu te esqueço logo?
Meia noite me lembra teu cheiro, teu amor, abraço, colo e sono. A noite me faz lembrar o quanto eu amava te ter aqui. A cama, o travesseiro, a coberta, o ventilador, a janela aberta, o lençol bagunçado. Você nota o quanto a pessoa é importante na sua vida quando até o vidro da janela semi-aberto te lembra ela. Até isso. Porra, eu preciso te esquecer.
Porra, eu não quero te esquecer.
Porra, aconteça o que acontecer vou estar sempre com você. Pra sempre.
Pensei em você o dia todo, porra.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Eu só queria te fazer feliz

Isso nunca foi pra você ficar.
Quer dizer. No fundo nunca foi. Sempre tentei achar um motivo idiota-imbecil no meio de tantos outros não-motivos. Eu sempre com os meus motivos idiotas e imbecis. Você sempre com seus não-motivos. Sempre assim. Essa coisa toda de opostos e dispostos e nada mais. Toda essa coisa confusa que você vivia chamando de amor, eu chamo de outra coisa, uma-coisa-sei-la-o-que. Mas uma coisa. Nunca foi pra você de fato ficar e permanecer por um mês, um ano... pra sempre. Foi pra você ir. Pra eu me libertar, uma liberdade bem relativa, mas ainda assim essa coisa de liberdade-propriamente-dita. Em um sentido sou a pessoa livre que sai por ai e apenas sorri. Por outro eu sou a mulher que anda e consegue te ver em cada esquina. Que liberdade é essa? Ainda não me libertei de você. E talvez nem queira. Simplesmente não importa quantos não-motivos você me dê. Sempre alcancei um. Aquele la. Bem no fundo. Perdido. Mas sempre o achei. Me agarrei nele, debrucei pra que ele não fugisse de maneira alguma. E agora ta ai, cara. Todo querendo me fazer ser fraca. Que nada. Sou é muito forte. Daquelas de fingir que não existe mais amor nenhum aqui. (Caso você ache que não existe mais amor, aqui vai uma ajuda: tudo isso só aumentou - meu amor e minha saudade). Sou forte. Ta. Não tanto assim. Sou um meio termo. Mas sei que não sou tão forte assim pra admitir certas coisas. E assim cara, queria falar nada não, mas a falta que sua presença faz é altamente suportável. Mas e ai? Como vai ser? Eu. Buraco. Você. Assim? Eu sou forte, sou muito forte. Mas tenho que admitir: eu só quis te fazer feliz, cara. Era o que eu queria.
(17 meses.)

domingo, 8 de novembro de 2009

Trezentas e cinquenta coisas

Negócio é o seguinte cara, eu queria te dizer bem umas trezentas e cinquenta coisas. Coisas sobre como eu estou, como eu ando me sentindo, coisas que no fundo nem eu mesma entendo. Coisas além da minha compreensão. Queria vomitar todas minhas palavras em cima de você, assim arrancaria vinte toneladas de cima dos meus ombros. Queria dizer o quão estranho é quando você vai embora, quando você entra no elevador e eu não consigo dizer as únicas palavras que eu gostaria de ter dito, afinal, te chamei aqui por causa delas. E foi ficando assim. Eu te segurando em meus braços pra não te deixar ir pra tentar dizer o que eu preciso e você simplesmente indo. Só mais um abraço vai, mais um pra eu tentar dizer as palavras que eu queria. Fiz uma festa nossa pra no final ser perfeito e as palavras saírem numa perfeição absurda, mas nada. Nada delas escorregarem pra fora da minha boca. E foi indo assim. Você precisando entrar naquele elevador e eu precisando te dizer duas mil coisas, mas nada disso aconteceu. mais um abraço, um beijo e um carinho. Eu preciso te dizer, eu preciso que você entenda, preciso que você queira muito mais do que eu quero. E eu preciso ser forte, preciso não ter esperanças e preciso ter coragem pra não ter esperanças. E preciso seguir. E te abraçar mais uma vez, sentir seu cheiro mais uma vez, sentir seu gosto mais uma vez, assim a toa, como se eu não quisesse passar o resto da vida com isso, passar o resto da vida sentindo só o seu gosto, que no final das contas, é o único que eu sei apreciar. O único que faz me perder em pensamentos. Nunca achei que fosse ser assim, quer dizer, você era só um menino novo na minha vida que queria passar um tempo comigo. Agora ta assim, que quer tomar toda a minha vida com pensamentos e atos que me perturbam. Eu precisava ter dito aquelas coisas que estavam em minha cabeça, eu deveria ter despejado tudo em você e ter te deixado maluco tentando achar uma resposta razoável. Teria tirado dez toneladas dos ombros, passaria toda a carga de responsabilidade pra você, porque assim, não aguento mais viver minha vida em função de pensar nisso tudo. mais um abraço e com certeza vou dizer tudo que eu quero e preciso. Abro a porta. Mais um beijo, um cheiro no seu pescoço e ai vou dizer aquilo tudo e você vai embora. Nada. Eu te prendi em meus braços, te apertei muito forte como se nunca mais fosse te sentir novamente. Você apertou o elevador, dei graças a Deus que demorou pra chegar, pude te olhar sorrir mais um pouco. O elevador chegou, te olhei apertar o térreo e se olhar no espelho pra arrumar o cabelo e a cara de quem acabou de acordar ao meu lado. Você me beijou mais uma vez, segurei a porta pra te observar por mais um tempo, sentindo medo de que talvez fosse a ultima vez que o veria assim de tão perto. Te olhei com uma cara triste e você sem nem entender queria ir embora logo. Eu precisava cara, precisava de verdade despejar isso tudo em você, dividir a carga de responsabilidade de minhas palavras. Eu precisava fazer você entender de uma vez por todas que não existe outro lugar pra você no mundo que seja longe de mim. Você até pode arranjar trinta e quatro pessoas que te fazem bem tanto quanto eu fazia, mas não. Não existe. Teu lugar é aqui. No meu abraço, no meu espaço entre o queixo e o ombro, onde você tanto gosta de deitar quando as coisas não vão bem. Teu lugar é dividindo o meu travesseiro, minha coberta, minha vida. E assim, não adianta você arranjar mil motivos pra não me querer, você vai sempre ter um, e é bem nesse que você se apega com todas as forças e volta. Porque você sempre volta. Mais cedo ou mais tarde. A porta do elevador foi fechando e eu apenas disse: “ah, eu não queria te dizer nada mesmo”. Você não entendeu nada, fechou a porta, disse “eu te amo” e fugiu da minha vida. Cara, eu precisava dizer, precisava contar o que se passa aqui dentro. Te chamei aqui não pra te abraçar e dizer que te amo, eu precisava unicamente e desesperadamente te dizer: por favor, fica comigo pra sempre.

sábado, 7 de novembro de 2009

É você

Pra quando você saiu.
Agora é um fato. Antes já era, mas agora é fato fato. Eu preciso de você. Essa noite. Noite que vem. Todas as noites. Não te quero pela metade, quero e preciso em tempo integral. Eu sei que é você, sei pelo jeito como você me olha no escuro, tentando pegar cada frestinha da janela por apenas olhar, sei pela maneira como você me abraça e beija minhas costas, tão terno e carinhoso. Sei pelo jeito como você dorme de conchinha todo grudado, me aperta com tanta força como seu fosse sair correndo de você. Sei pelo seu cheiro tão inebriante, esse que você vive deixando por ai, até no meu travesseiro. Sei apenas por você existir, o simples fato de você ser alguém no meu mundo já me faz sentir que é você. É você aquele príncipe no cavalo branco que eu sempre sonhei quando era mais nova. É você o menino do olhar tão bonito e da boca tão bonita que serve pra dizer palavrão o tempo todo e dizer que me ama. Que me ama. Que me odeia. Enquanto eu achava ser um sonho ter você dormindo comigo, ainda meio sonolenta, ainda não querendo acreditar, você disse a coisa mais bonita: "eu te amo muito". Assim, perdido, a toa, querendo apenas dar uma passeada pelos meus ouvidos. E que bom ouvir isso, sentir o calor das suas palavras, senti falta disso. Eu também te amo muito. E é por isso que eu tenho a total certeza de que é você que faz meu mundo ser todo colorido e cheio de jardins. É você que torna tudo bonito, tudo tem sentido, até o barulho dentro da minha cabeça que não me deixa dormir há dias. Sei de tudo isso porque a maneira como você faz meu mundo girar é uma coisa anormal. Sei simplesmente por saber. Sei pelo fato de nosso amor ser uma coisa anormal, mas no sentido bom, no sentido de eu ser completamente louca por você e isso ser reciproco. Sei apenas por saber.
Todos os bilhetes amassados, descolados da parede com uma raiva estrondosa, deixados sem amor nenhum em cima da mesa eram pra você, tinha tanto amor ali, fiz uma lista grande dos motivos pelos quais ainda amo você. Mas foram deixados ali, total descaso. Você os pegou, desamassou e leu com tanto carinho. E depois, você só queria me abraçar e pedir desculpas por estragar mais uma vez os planos. E você me abraçou. E ficamos assim. Um amando o outro muito mais do que em qualquer outro momento nesses dezessete meses. Um querendo o outro mais que qualquer coisa no universo.
Depois que você saiu, eu apenas continuei dormindo - mesmo sozinha -, querendo que isso aconteça todas as noites. Porque agora é fato. É você.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Fiz uma lista com exatamente 43 motivos pelos quais eu (ainda) amo você. Mas assim, não é nada novo, nada que você ainda não saiba. Mas sabe como é, me sinto bem listando os motivos pelos quais eu não vou desistir de você. Então assim, quando você quiser voltar pra onde sempre foi seu lar, volta aqui. Volta vai.
Por que isso? Por que toda vez que eu entro no elevador eu sinto o seu cheiro? Assim, as pessoas não poderiam ter o seu cheiro, ele tinha que ser só seu poxa. Fica difícil. Bem quando eu resolvo que não vou pensar em você nenhum minutinho do meu dia sinto aquele perfume que só você sabia ter. E ai? O que eu faço? Eu tenho vontade de pegar o celular e te ligar, mas não vou. Não vou. Então fica assim cara, você para de deixar seu cheiro por ai e eu paro de ficar me corroendo achando que eu devo te ligar. Estamos combinados? Estamos.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Que transborda

Assim, não que eu me importe tanto que vá morrer de tristeza. Eu me importo, me dói, sabe como é? Me sinto feliz as vezes, ridícula outras vezes e triste algumas poucas vezes. Mas dói. Mas não me importo tanto assim. Quer dizer, você me ama certo? Certo. Eu te amo certo? Certo. Então o que falta? Final feliz? Certo. Assim, até dói, mas não que seja uma coisa que vá me matar. Sempre tenho essa vontade louca de pegar o telefone e dizer duzentas e sete mil coisas sobre como é bom amar você, e me seguro na cadeira, me tranco no banheiro pra não fazer isso. Outras vezes quero arranjar pelo menos um motivo, um bobo e tolo, qualquer um, pra ficar longe de você, longe do tipo te esquecer e fim e adeus e nada mais. Mas ai vem uns... trezentos e cinquenta e sete motivos pelos quais eu sou apaixonada por você (ainda). Ai assim, tudo aquilo desaparece e eu volto a ser completamente louca por você. E ai eu consigo seguir minha vida, querendo dizer tudo mas não dizendo nada. Melhor assim. Você sabe que eu te amo e eu sei que você me ama, no fundo parecemos adolescentes mas, mais no fundo ainda eu apenas quero ficar com você. Simples assim cara. Simples, direto e reto. E não me venha com essa historia de poupar esforços. Não tenho dessas não. Eu quero apenas a felicidade enorme que você deixava transbordar aqui dentro, fazia nascer flores, jardins, e tudo. E não adianta dizer que tudo está perdido, "quando tudo está perdido sempre existe um caminho", não é assim que funciona? Olha só cara, eu descobri uma coisa que mudou tudo: eu descobri que há possibilidade de eu ser muito feliz sem você, a questão é: eu quero você compartilhando essa felicidade comigo. Quando você não está, eu sou feliz pela metade, quando você aparece, sou feliz por inteira, transbordando e vazando.